UNI-RN SUSTENTÁVEL - PROJETOS - Centro Universitário do Rio Grande do Norte - UNI-RN

Aproveitamento da Água Através de Fontes Alternativas

Alunos do curso de Engenharia Civil trabalham em um projeto que prevê o aproveitamento da água que cai dos aparelhos de ar-condicionado e da chuva para regar plantas e na limpeza de áreas comuns. A iniciativa abarca todo o Complexo de Ensino Noilde Ramalho, envolvendo a Escola Doméstica de Natal e o Complexo Educacional Henrique Castriciano.

Parceria WWF

O UNI-RN firmou parceria com a ONG WWF Brasil. A entidade foi parceira no II Seminário de Educação, Meio Ambiente e Sustentabilidade, realizado em 19 de agosto de 2015, com participação de Antônio Cristiano Cegana, representante da WWF Brasil e coordenador do programa Iniciativa Água Brasil; João Batista Machado Barbosa, promotor do Meio Ambiente e professor do UNI-RN; Terezinha Martins, representante da WWF e integrante do Programa Cerrado Pantanal; Thiago Negreiros Moura, perito ambiental; e do professor Fábio Sérgio da Costa Pereira, coordenador do curso de Engenharia Civil do UNI-RN e do projeto de aproveitamento de água por fontes alternativas. Durante o seminário, houve o lançamento da "Calculadora Individual da Pegada Ecológica Brasileira".

Compostagem

Desenvolvido pelos alunos do segundo período do curso de Engenharia Civil, prevê o reaproveitamento do lixo resultante da poda de árvores, galhos, folhas, grama e plantas como adubo orgânico. É desenvolvido, experimentalmente, por um ano, no período que vai de 30 de julho de 2015 a 30 de julho de 2016, nas dependências do Complexo de Ensino Noilde Ramalho.

Identificação das plantas do campus

A flora do campus do UNI-RN é muito rica e diversificada. Para um melhor conhecimento das nossas espécies, boa parte das plantas receberam placas de identificação com os nomes científico e popular.

Anjus

O UNI-RN apoia a ONG ANJUS, com sede no município de São Miguel do Gostoso, litoral do Rio Grande do Norte, na preservação das tartarugas-de-pente. O trabalho de preservação tem como principal motivação o risco de extinção desta espécie, pois até pouco tempo a sua caça era comum no litoral potiguar.

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